domingo, 19 de maio de 2013

Capacidade de Gestão: A importância de desenvolver a liderança

Na hora de contratar um profissional as organizações procuram alguns pontos que sejam interessantes para elas. E um vem se destacando: a capacidade de gestão.
Em uma pesquisa realizada pela empresa especializada em recrutamento Michel Page, na hora da contratação 42% das organizações buscam em seus futuros colaboradores o diferencial desta competência. O estudo conclui que em segundo lugar com 32%, está o foco em resultados e em terceiro com 31%, está à capacidade de relacionamento pessoal.
A forma como uma empresa é liderada reflete em seu desempenho produtivo, administrativo e financeiro. E liderar não é uma tarefa fácil. Portanto, investir em cursos de liderança para colaboradores é uma excelente oportunidade para desenvolver competências de gestão na equipe, além de ampliar a visão estratégica.

Conheça alguns estilos de “líderes”:

- Os Autocráticos: tomam decisões por conta própria, dão ordens e esperam que os outros as sigam. Esse estilo pode produzir resultados numa situação de crise.

- Os Democratas: envolvem os funcionários no processo de tomada de decisões. Esse líder, geralmente, ouvi a opinião da equipe e depois toma uma decisão.

- Laissez-faire: são líderes que deixam os seus funcionários trabalharem livres. Ao contrário do líder democrático, que não oferece muitas orientações, causando confusão ou falta de motivação, o Laissez-faire compõe sua equipe com profissionais qualificados e competentes, que precisam de pouca orientação e tem um bom desempenho.

- Os Carismáticos: é muito participativo e entusiasma sua equipe. No entanto pode ter tendência a acreditar mais em si próprio do que na equipe. Isto pode prejudicar um projeto caso o líder saia. O sucesso está associado à presença do líder carismático.

- Liderança Coaching: esse líder utiliza as técnicas e ferramentas do Coaching para desenvolver sua gestão e seus liderados. Tem visão sistêmica, capacidade de identificar oportunidades, as competências e habilidades de seus liderados. Com isso, procura desenvolver novas aptidões comportamentais e técnicas de forma a potencializar os resultados tanto da empresa como dos profissionais sob sua gestão. Deste modo, o Leader Coach faz sua gestão de forma mais humanizada, oferece feedbacks assertivos, ouve na essência e busca compartilhar seus conhecimentos e experiências para estimular, conduzir e desenvolver as habilidades de seus colaboradores efetivamente.

Os estilos de líderes são exemplificados para sabermos como lidar com e estilo de cada um e como eles podem alcançar seus objetivos. Para obter bons resultados é preciso de um ambiente organizacional adequado, com gestores e colaboradores com hábitos de trabalho e formação adequada.

Cinco dicas para desenvolver a liderança

O perfil de líder é de nascença, mas nada impede que uma pessoa que não tenha esse perfil também se transforme em líder, segundo Fernanda Abreu, diretora de Pessoas, Projetos e Gestão do Instituto Aquila.
“A liderança é uma característica nata, mas é possível desenvolvê-la, sim”, garante. Ela também listou cinco sugestões de como desenvolver a liderança:

· Conhecimento: para liderar, as pessoas precisam enxergar em você aquilo que elas não têm, como é o caso de alguns tipos de conhecimento. Estudar e viajar, por exemplo, são excelentes formas de conquistar mais experiências;

· Respeito: já passou a época do capataz. Agora, a equipe quer ser ouvida e respeitada. A presença da geração Y só reforça essa tendência. O líder só irá impor respeito se respeitar seus liderados;

· Foco: saber aonde e como ir é essencial. As metas traçadas auxiliam a equipe e, até, estimulam os liderados. Procure ter objetivos de curto, médio e longo prazos;

· Organização:
facilita e agiliza o trabalho, principalmente se envolver um grupo. Pessoas organizadas sabem onde estão as anotações, dados e documentos que proporcionam economia de tempo para a equipe. Não é preciso usar aplicativos incríveis ou tablet para exibir organização. As anotações continuam valendo, quando bem organizadas;

· Avaliar:
reconhecer nas pessoas habilidades e incentivá-las, fazendo as mudanças que sejam necessárias para que avancem nos projetos. O coaching individual é o melhor caminho, conversando com a equipe e também com cada integrante dos grupos de trabalho. Aqui, vale a regra do aproveitamento do tempo: conversas curtas, de 10 minutos no máximo.

O desenvolvimento dessas características gera um ciclo: quem tem conhecimento, tem capacidade de reconhecer no outro o seu melhor e, com educação, conquista a confiança do liderado. Por sua vez, quem sente confiança em alguém, também o respeitará e o seguirá.

sábado, 18 de maio de 2013

Porque pequenas empresas precisam de grandes líderes

Uma grande liderança é uma necessidade para qualquer empresa que está se esforçando para atingir um grande sucesso, especialmente durante tempos difíceis. Sem uma liderança que seja eficaz, é quase impossível para as empresas crescerem e se expandir, como é necessário em um mercado em constante mudança.

Para dar direção

Isto pode ser tomado em mais de uma maneira. Uma empresa precisa de direção, no sentido de um objetivo, um quadro maior. Isso ajuda a todos que estão envolvidos com a empresa a se sentir como se estivessem se esforçando para um atingir uma missão, e provavelmente fará com que todos os envolvidos sejam mais produtivos.

Para estabelecer o “sentimento” do negócio

O líder de um pequeno negócio também é encarregado de definir o “sentimento” da empresa. Algumas empresas podem ser mais descontraídas e relaxadas, enquanto algumas podem ter prazos rigorosos e códigos de vestimenta.

Para manter a empresa coesa

Isto está relacionado de alguma maneira com as duas razões anteriores. É importante que todos em uma empresa trabalhem em direção a um objetivo coletivo. O líder não só estabelece essa meta, mas também ajuda os funcionários de qualquer forma que pode, desde que todo mundo esteja trabalhando para o bem maior do negócio.

A capacidade de pensar no futuro

Enquanto em uma empresa maior, pensar no que está acontecendo agora pode ser o mais importante, é fundamental que um pequeno empresário / líder seja capaz de imaginar onde a empresa estará em cinco anos.

Responsabilidade

O líder de uma empresa de pequeno porte deve ser absolutamente responsável. Eu sei que pode parecer bobagem sequer ter que mencionar isto, mas nem sempre é tão óbvio como alguns poderiam pensar.

Comunicação

Ter grandes habilidades de comunicação é uma qualidade inestimável para o mundo dos pequenos negócios. Em uma grande empresa ou corporação, você pode ser capaz de conseguir evoluir com habilidades de comunicação medianas, porque você pode não ter que interagir com os clientes (influenciando, assim, a sua visão da empresa) tão frequentemente

Seja um motivador

Outra qualidade muito importante para um líder de empresa de pequeno porte é ter o poder de motivar as pessoas. A motivação é fundamental para a pequena empresa, porque se todo mundo não fizer a sua parte, então o seu negócio não vai ser bem sucedido. Motivar as pessoas a continuar lutando por coisas melhores para o negócio é muito importante. Um grande líder é capaz de motivar as pessoas, sem ser desagradável, por falta de um termo melhor. Certificar-se de que seus funcionários são reconhecidos, assim como mantê-los felizes e engajados é fundamental.
Liderança em empresas de pequeno porte é uma arte, e se você é capaz de aperfeiçoá-la, as chances de que seu negócio vai ter sucesso aumentam drasticamente. Se você não se vê como o líder ideal para o seu negócio, considere contratar um empregado ou parceiro que tenha grandes qualidades de liderança.

Fonte: http://www.tanveernaseer.com/effective-goal-setting-process-doug-sundheim/

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Você é areia na engrenagem ou óleo

        Nesta ultima segunda-feira dia 13/05/2013 participei de uma palestra com Márcio Schultz sobre o seguinte assunto: As Competências Emocionais e o Eneagrama na Gestão de pessoas, para quem não conhece ele é fundador do Instituto Rennove com 20 anos de mercado atuando no treinamento na área de gestão de pessoas. A palestra teve 1:30 minutos de puro estase, todos os presentes estavam deslumbrando a forma e a maneira que o assunto era exposto, em muitos momentos não tínhamos como conter as risadas com as informações e situações criadas por ele, nestes momentos as experiências e os momentos vivenciados em nosso cotidiano nos remetiam para nossos erros e acertos, aos lideres que trabalhamos e aqueles que ainda participam de alguma forma de nosso dia-a-dia.  
Quando verifiquei o titulo da palestra fiquei curioso em saber porquê areia na engrenagem ou óleo mas ao final todos nós tivemos a certeza que queremos ser óleo na engrenagem, sei que o assunto é interessante e que todos da mesma forma estão curiosos para saber, sendo assim abaixo tenho direcionado ao link do vídeo que compartilhei em minha pagina do youtube. 

domingo, 12 de maio de 2013

Onze Dicas Importantes Para Sua Comunicação

1. Defina o real objetivo da comunicação.


Tudo começa com a clara definição do objetivo a ser atingido com a comunicação. Pergunte a si mesmo: Que resultado pretendo atingir com essa comunicação? (Pode ser administrar um conflito, receber uma informação, fechar um negócio, vender a idéia de um projeto, aumentar a produção etc.). Pode parecer estranho, porém mais de 30% das comunicações feitas em empresas são de caráter ambíguo, dando margem a muitas interpretações por parte de quem as recebe.

2. Seja objetivo, claro e conciso.


Nada é mais irritante e enfadonho do que o interlocutor se perder em devaneios, ser impreciso e ambíguo quanto a detalhes ou então desviar-se constantemente do objetivo da conversação. O assunto não flui, enquanto que o desconforto e a ansiedade crescem. Os pontos básicos de uma boa comunicação são: seja objetivo (vá direto ao ponto), claro (vá por etapas, não deixe margem à dúvidas sobre o que você está dizendo, não misture um assunto com outro) e conciso (não diga em cinqüenta palavras o que pode dizer em dez). Isso não significa que você deva ter uma atitude seca e pouco acessível. É justamente o oposto.

Sua atitude deve ser simpática, deixando o outro tranqüilo. Apenas não confunda simpatia com dispersividade. 

3. Respeite a outra pessoa.

Já conversou com alguém (por exemplo, seu chefe ou diretor) que é interrompido a todo instante por pessoas que entram na sala, ou por telefonemas, ou que a cada momento alguém pede licença para tratar de um assunto rápido, ou seu interlocutor faz algumas inofensivas ligações e coisas do gênero? Gostou da experiência? Já indagou se você mesmo não vem fazendo isso mesmo com outras pessoas que se dirigem a você? Durante um diálogo,evite se mexer ou virar muito de um lado para o outro, não atenda nem dê telefonemas, evite interrupções de outras pessoas (é horrível depois ter que ouvir: Onde foi que paramos mesmo?).

Evite ao máximo expressões regionais, gírias ou jargões técnicos. Sobretudo não se irrite nem se mostre aborrecido se o interlocutor expressar ponto de vista diferente dos seus ou não concordar com o que você falou.Tranqüilidade, diálogo e boa vontade dissolvem qualquer desentendimento. 

4. Demonstre interesse pelo interlocutor, mantendo contato visual.

Olhe nos olhos da outra pessoa, mostre que está interessado no que ela diz meneando a cabeça em sinal de concordância e assuma uma postura de quem presta atenção. Deixe que perceba que você se importa com o que ela está dizendo. 


5. Coloque-se no lugar da outra pessoa.

Evite falar “economes”, utilize o universo lingüístico familiar à outra pessoa e considere também o nível intelectual de quem está a sua frente. Instruções vernaculares podem ser ótimas para cientistas ou diretores letrados, mas não farão nenhum sucesso junto ao porteiro ou o contínuo, que ficarão talvez desnorteados.

Ponha-se no lugar do outro,pergunte-se se o que está dizendo faz sentido para ele. 

6. Não interrompa quando o outro estiver falando.

É como falar de boca cheia: uma grosseria. Deixe o interlocutor expressar sua idéia ou ponto de vista e só então responda. Muitas pessoas se tornam tão insensíveis, que interrompem sistematicamente quem fala, como se só elas tivessem algo de importante para dizer. No entanto, é preciso ressaltar que certas interrupções são válidas e até enriquecem o diálogo, quando feitas de forma apropriada. É o assunto do próximo item. 


7. Pergunte.

Perguntas oportunas facilitam o diálogo e fazem fluir o assunto, desde que não o transforme num interrogatório policial. As perguntas esclarecem pontos obscuros; auxiliam pessoas tímidas a se expressarem e a desenvolverem seu raciocínio; fazem pessoas dispersivas voltarem ao assunto, forçando-as a irem direto ao ponto; fazem os indivíduos se sentirem valorizados, injetando-lhes confiança ao dialogarem. Mas, sobretudo, fazer perguntas demonstra que você leva a sério a obtenção de informações, além de o auxiliarem a estabelecer o ritmo do diálogo.
Faça boas perguntas e seja um ouvinte atento. 


8. Confirme o que foi entendido.

No desenrolar da conversação, em determinados momentos, confirme o que foi dito para checar se o que você entendeu é o que o outro falou e vice-versa. Use frases do tipo: Pelo que estou entendendo, o projeto B sofrerá um atraso: em vez de iniciar no dia 14, ele só começará no dia 28 de outubro, ou: Portanto, repetindo, Alice e Mário farão a pesquisa de mercado juntos, mas o processamento e o diagnóstico serão feitos somente pela Alice, já que Mário terá de participar de outra pesquisa em seguida. 


9. Faça anotações.

Anote os pontos mais importantes do diálogo escrevendo palavras-chave, frases relevantes, números, datas, pessoas envolvidas, custos, etc. Assim você se lembrará sem dificuldade do que foi dito quando tiver de voltar ao assunto durante e depois da conversação. Porém, evite ficar escrevendo o tempo todo, pois poderá não acompanhar tudo o que foi dito ou até mesmo intimidar o interlocutor com a sua caneta implacável. Só anote o essencial. 

10. Preste atenção às mensagens não-verbais (suas e as do interlocutor). 

Estudos mostram que expressamos apenas 7% do significado de uma mensagem por meio de palavras.Trinta e oito por cento são transmitidos pelo tom de voz; e 55%, pela linguagem corporal. Logo, comunicamos 93% de uma mensagem de modo não-verbal, por meio da nossa postura, dos gestos, do tom de voz etc. Deve existir coerência entre a nossa linguagem verbal e não-verbal.Se não houver consistência entre ambas, o resultado será uma distorção de comunicação e o interlocutor sempre acreditará, não no que foi dito, mas no que ele viu e sentiu (a mensagem não-verbal). Desse momento em diante, ele passará a prestar atenção em sua postura e ignorará as palavras.


11. Faça um resumo final.

Terminada a conversação, faça um resumo dos principais pontos acordados:o que será feito, quem o fará, quando, como, a que custo. Isso servirá, primeiramente, para confirmar se é esse o entendimento da outra parte e, em segundo lugar, se nada de importante foi omitido.

Ernesto Artur Berg
FONTE: www.quebrandobarreiras.com.br

sábado, 11 de maio de 2013

Simplificando Operações Logísticas com TI:


Palestra gratuita on line
15/05/2013 das 11:00h às 12:00h
Palestraste: Luís Maurício Gardolinski (Diretor -Startrade)
Webinar

sábado, 4 de maio de 2013

Mobilidade Urbana

Alguns pontos que chamam minha atenção na edição deste mês da revista tecnologistica onde a matéria de capa é sobre a mobilidade urbana. De acordo com a pesquisa realizada em setembro de 2012 pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública (IBOP) indicou que 65% da população que andam de carro em SP deixariam de usá-lo se houvesse uma boa alternativa de transporte, o estudo mostrou ainda que 78% dos entrevistados indicaram que o transporte urbano deve ser tratado como prioridade na administração da cidade. O grande refém nesta historia é o transporte de carga, citado por muitos como o grande vilão nos congestionamentos de grandes cidades como SP, mas que por outro lado após da limitação em alguns horários de picos não trouxe resultados significativos, sendo ocupados os espaços deixados pelos caminhões por mais veículos pequenos.
É cômico mas o ministério da cidade quando procurado para falar sobre o impacto do transporte de cargas informou que não é de sua competência e que não comentaria o assunto. Segundo dados do Instituto ILOS cerca de 60% do volume de mercadorias movimentadas no Brasil viaja por rodovias, sendo assim as pessoas as vezes esquecem quando olham para um caminhão circulando que eles estão entregando roupas, comidas, combustíveis, bebidas que todos nós consumimos.
Meus leitores nesta leitura resumida da edição podemos concluir que nosso governo não ataca na causa e sim vai adiando o problema para futuras administrações, construir rodoaneis, duplicar vias não irão acabar com o problema mas adia-lo para outras administrações, no tripe de todo discurso entra saúde, educação e transporte urbano, nos dias de hoje a causa de stress e má qualidade de vida esta diretamente ligada aos longos congestionamentos e horas dentro de ônibus, metros ou carros contudo não vamos poder adiar por muito tempo esta solução caso contrario vai ser difícil transitar por nossas estradas.