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quinta-feira, 9 de outubro de 2014

EQUIPE TREINADA ATENDE MELHOR

Para iniciarmos esse texto vamos lembrar quantas vezes chegamos numa empresa cheia de novidades, atrativa, com pessoas bem arrumadas. Contudo, na hora de ser atendido você se depara com um colaborador totalmente despreparado para apresentar o que a empresa oferece, ou com extrema dificuldade para enxergar o que você deseja?
           Esse tipo de situação, infelizmente, é comum de acontecer. A empresa que exerce suas atividades sem estar preparada pode deixar uma grande imagem negativa, o que pode facilmente dificultar o crescimento e o bom desenvolvimento da mesma. Nos momentos atuais, o mundo está cada vez mais competitivo, a concorrência é grande e hoje não fica marcado somente a primeira imagem e sim a segunda, terceira, quarta, etc. As empresas que já possuem uma certa estabilidade e tempo de mercado, devem sempre melhorar e treinar cada vez mais seus colaboradores, pois antes dizíamos que o cliente mal atendido falava mal de sua empresa para 10, 15 pessoas. Com as redes sociais em alta isso vai muito além.


         Para ter êxito em atendimento as empresas devem saber muito bem o perfil das pessoas que se encaixam melhor em seu negócio e treiná-las de acordo com a cultura da empresa e visando sempre o melhor atendimento ao cliente, incluindo satisfazendo com o melhor produto. É indispensável apresentar todas as opções de produtos/ serviços, especificações técnicas, quais os diferenciais, enfim, todo detalhe que possa ser útil ou fator decisivo na satisfação do cliente. O colaborador conhecendo todas as características do seu produto ou serviço, vai demonstrar o quanto sua empresa está preocupada e preparada para atender os clientes. Em muitas empresas o novo colaborador simplesmente tem que aprender na marra sobre o que a empresa faz e vende e, sem treinamento, parece que nem mesmo o proprietário da empresa entende a necessidade de treinamento visando o crescimento do negócio.
         É preciso entender quem é o seu cliente, o que ele precisa, quais as suas necessidades. Cada público gosta de ser atendido de uma forma.                                        
     Os treinamentos devem ser realizados mesmo antes da empresa detectar algum problema para que seja apresentado um diferencial desde o primeiro momento e para que possa ser passada a melhor imagem sempre. Sendo mais profissional e responsável possível, preocupando-se realmente com seus clientes e preocupando-se também em resolver todas as suas necessidades, sempre buscando excelência no atendimento.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Você está preparado para delegar?

Veja como orientar o time e obter melhores resultados

Nenhum homem é uma ilha, escreveu o poeta inglês John Donn, em um poema que reflete sobre a inter-relação entre as pessoas e as perdas associadas ao rompimento desse laço. O contexto desse verso, embora tenha sido criado no século XVI, permite uma releitura bastante atual e que revela muito sobre as atitudes profissionais do homem contemporâneo. Independente da ocupação, ninguém colhe bons frutos trabalhando sozinho. Nas empresas, os objetivos estabelecidos dependem diretamente do engajamento da equipe e recai sobre o líder a tarefa, algumas vezes árdua, de delegar e orientar seu time para o êxito dos resultados.

Mas por que delegar é, em alguns casos, uma tarefa tão inglória? A palestrante e consultora Branca Barão, autora do livro 8 ou 80 - Seu melhor amigo e seu pior inimigo moram aí, dentro de você!, explica que essa dificuldade surge quando o líder não sabe transmitir a responsabilidade de uma tarefa ao time ou no caso de falta de confiança. “É imprescindível conhecer cada membro da equipe para que o líder saiba o que, para quem e de que forma delegar, e, assim, dar o acompanhamento devido. Alguns precisarão de mais apoio enquanto outros apresentarão um trabalho satisfatório, pronto no prazo e sem a necessidade de cobranças adicionais”.

Outro aspecto destacado pela consultora é a relevância do feedback durante a realização da tarefa e não apenas após sua conclusão. “O feedback é diferente de tirar a tarefa da mão do profissional, significa apenas recapitular se estamos indo no sentido correto. Assim, aumentamos muito as chances do resultado ser melhor que o esperado”, diz Branca, que ressalta também a importância de abordar tudo aquilo que é relevante. “Deixar passar um resultado ruim, sem conversar a respeito, vai gerar, além de novos resultados ruins, um profissional desmotivado e reativo”, acrescenta.

Estabelecer um diálogo transparente e adequado também é importante na hora de transmitir uma tarefa e, quanto mais clara for a mensagem, melhor. “O responsável pela comunicação é, nesse caso, o líder. Sendo assim, é preciso verificar o que o outro compreendeu”.

A dificuldade de delegar pode comprometer as metas estabelecidas para um determinado departamento ou área da empresa, além de interferir na motivação dos colaboradores. “Se o líder continua controlando os detalhes, ele não deixa que o profissional da equipe assuma, de fato, a responsabilidade pela tarefa, fazendo com que este se sinta incapaz para o que foi delegado”, alerta Branca. O oposto da falta de autonomia também compromete o resultado. Se o líder não acompanha o trabalho que está sendo realizado e só questiona sobre ele quando o prazo se esgotou, os eventuais problemas não poderão ser contornados.

Nem mesmo o ato de delegar deve ser visto como uma decisão individual do líder, embora a palavra final seja deste superior. De acordo com Branca, o envolvimento da equipe deve acontecer também na hora da distribuição das responsabilidades. “Uma das coisas mais importantes neste caso é o autoconhecimento dos membros da equipe, para que ninguém assuma responsabilidades que não se sintam aptos a executar com qualidade. É preciso boa relação entre habilidades individuais e desafios. Muito desafio gera stress, pouco desafio, por sua vez, desmotiva. Desafio na medida certa é aquele em que o profissional precisa se desenvolver para superá-lo, porém tem condições de dar conta do recado”.

Saber delegar, entretanto, é uma ação que cabe melhor no ambiente profissional, esclarece a consultora. “Quando falamos de família e amigos, o mais importante é cooperarmos naquele contexto em que decidimos fazer parte e pedir ajuda. Isso torna a relação de igual para igual. Delegar na vida pessoal, por mais necessário que seja, acaba se tornando hierarquia. E a cooperação pode ser aprendida, inclusive pelas crianças, gerando um ambiente de amizade, harmonia e, assim, bem menos egoísta”.

Fonte: Por Igor Carvalho

domingo, 27 de outubro de 2013

14 dicas para não ferir a etiqueta no ambiente de trabalho

Etiqueta Empresarial é um conjunto de cerimônias usadas no trato entre pessoas e empresas, regidas pela boa educação, bom comportamento, convenções sociais, ética profissional e prescrições oficiais. Seu objetivo é reduzir, ao mínimo, os conflitos, preconceitos, atritos, dúvidas, suspeitas e mal entendidos entre o público e as organizações, criando um clima de conhecimento, compreensão, confiança, cooperação e parceria entre as partes que se relacionam.
Assim, ela se resume à capacidade de escolher o comportamento correto perante o convívio social dentro de uma empresa, para que se alcance o sucesso nas relações de negócios e para que se estabeleceçam relações sólidas entre os clientes e colaboradores. “Essa preocupação deve abranger todo o contexto da empresa, desde o office-boy até o presidente, todos devem ter uma imagem coesa de etiqueta empresarial”, explica o especialista.


1. Pontualidade deve ser ponto de honra no ambiente empresarial. Assumindo um compromisso, este se torna sua responsabilidade, principalmente em relação ao horário. Organize-se para chegar na hora todos os dias e para cumprir com os prazos propostos. Caso perceba que não será possível cumprir com o compromisso no horário, ligue ou peça para ligarem informando sobre o atraso;

2. A vestimenta diz muito para as outras pessoas. Assim é recomendável roupas discretas, sem modismos. Decotes e cores berrantes, dentre outros erros, devem ser evitados, sob pena de perder com a seriedade. Tome cuidados com higiene pessoal;

3. O ditado "A primeira impressão é a que fica" deve ser levado a sério. Assim, sempre seja cordial e prestativo já em um primeiro contato, saiba ouvir e falar na hora certa e tenha sempre cartões profissionais disponíveis;

4. Sempre ao entrar em um local peça licença, busque cumprimentar todas as pessoas que estiverem no local, mas só estenda a mão se o interlocutor o fizer primeiro, e só se sente se for convidado por ele;

5. Comunique-se corretamente com as pessoas. Busque olhar nos olhos, demonstre atenção no que estão falando, não se distraia durante a conversa e busque estabelecer um diálogo.

6. Mantenha uma postura correta. Não cruze os braços, evite se sentar de qualquer jeito, jogando o corpo na cadeira, como também não se sente na beirada da cadeira. É importante uma boa acomodação, porém ereto e de forma adequada;

7. A maioria das corporações possui códigos de ética e de conduta a serem seguidos. Procure se informar no lugar em que você trabalha onde pode encontrá-lo e leia com atenção;

8. Seja organizado e demonstre isso. Planeje adequadamente seu tempo e sua mesa. Mantenha os papéis e arquivos de computador nos devidos lugares, onde não só você, mas qualquer membro da empresa consiga localizar quando necessário;

9. Respeite os colegas e o espaço de trabalho. Não precisa ficar mudo durante o expediente, mas evite ao máximo assuntos que exponham o seu lado pessoal ou o de alguma outra pessoa. Fofocas nunca combinaram com o ambiente profissional. Além disso, adeque a altura da sua voz ao ambiente;

10. Cuidado com a utilização de celulares no trabalho, evite ligações pessoais e caso estas ocorram, busque ir para um local privado. Não fale demasiadamente alto e muito menos utilize termos de baixo calão. Cuidado com o toque do celular, o correto é deixá-lo no modo silencioso;

11. Além do celular, também é necessário cuidados com outras ferramentas tecnológicas e principalmente com as redes sociais. As empresas antenadas possuem políticas para utilização destas, por isso busque saber os limites;

12. Amizade no ambiente de trabalho é um tema delicado. É importante diferenciar amigos de colegas de trabalho, principalmente no ambiente da empresa. Esse limite pode ser útil quando for necessário realizar uma cobrança ou fazer um feedback;

13. Bom humor é uma necessidade nas empresas. Quando estiver tendo um dia difícil, reflita se alguém do trabalho tem a obrigação de compartilhar as dificuldades com você. Contudo, cuidado com as brincadeiras. Um ambiente de trabalho descontraído é positivo desde que sejam feitas apenas brincadeiras saudáveis, que promovam um ambiente alegre e equilibrado;

14. Busque ter “jogo de cintura” na hora de imprevistos e ouça a opinião dos outros. Muitas vezes, a partir de opiniões divergentes se chega a um ponto em comum correto. É preciso saber argumentar e também ceder.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Liderança - 6 ferramentas que você pode dar para alguém atingir suas metas

Como líder, uma das perguntas que mais me faço (e também uma das que mais ouço) é “Raul, como faço para melhorar a performance da minha equipe?”.Uma maneira simples de resolver o assunto é pensando em termos de variáveis que influenciam o trabalho de alguém. Isso também ajuda a resolver um outro problema comum, que é a fixação exagerada em focar nos sintomas e não nas causas. Ou seja, a maior parte das pessoas fica analisando resultados, quando na verdade deveria analisar os processos que levaram ao resultado (repetindo algo que o Falconi vem pregando há anos...).
E quais são as variáveis que podem influenciar um subordinado a alcançar ou não uma meta? Alguns autores defendem que são 4 (Pasternak, por exemplo), eu diria que são 6. Vejamos quais são:
1)  Poder/autoridade: a pessoa que recebeu a incumbência/tarefa tem o poder e autoridade necessários para atingir o objetivo? De verdade? 
2)  Conhecimento: a pessoa tem os conhecimentos necessários para atingir suas metas? Ela precisa fazer algum curso, ler alguns livros, se desenvolver em alguma área?
3)  Informação: a pessoa tem as informações necessárias para atingir suas metas? Por exemplo, relatórios internos, dados, números? São confiáveis? Estão atualizados? Dão uma visão completa do 'todo' sendo discutido?
4)  Dinheiro: a pessoa tem uma remuneração justa e alinhada com o atingimento da meta (e o que se pode esperar de uma pessoa capaz de atingir essa meta)?
5)   Recursos: a pessoa tem o material/equipamento necessários para atingir a meta?
6)  Motivação: a meta está alinhada com valores pessoais, aspirações e expectativas da pessoa?
Note que todas as variáveis aqui são externas, ou seja, a pessoa incumbida de atingir uma meta ‘recebe’ tudo isso de alguém. 
Por isso eu as chamo de ferramentas. Se ela tinha todas as ferramentas necessárias e não atingiu a meta, só podem existir três razões:
a)  Falha de planejamento.
b)  Algum fator externo negativo imprevisto e incontrolável.
c)  Falta de motivação.
Pensando desta maneira organizada, um líder pode ser muito mais eficiente e eficaz, tanto para dar feedback para alguém da equipe, quanto para criar condições produtivas de atingir metas de maneira consistente.
Então da próxima vez que alguém não atingir uma meta, pense de maneira organizada: a pessoa tinha a autoridade, o conhecimento, as informações, a remuneração, os recursos e a motivação necessários? 
Você fez realmente a sua parte como líder?

8 dicas para evitar o estresse

O estresse dificulta consideravelmente a produtividade diária e, consequentemente, a pressão para finalizar demandas aumenta. Além do mais, o estresse também é “contagioso” podendo prejudicar toda a equipe.
Alguns sintomas do estresse como cansaço constante, insônia ou sono excessivo, mudança no apetite, tensão muscular, alteração constante no humor, perca de concentração e dificuldade de atenção podem causar depressão e até mesmo doenças físicas como hipertensão e problemas no coração.
Porém, com as atitudes certas esse mal pode ser evitado. Fuja do estresse e aumente a sua produtividade com essas dicas:
- Mantenha seu escritório ou sua mesa de trabalho sempre limpos e organizados, livre-se de todos os papeis que não serão mais utilizados.
- Saiba que pressões no dia a dia de trabalho podem ocorrer, então fique preparado. Pense em formas de resolver, procure sempre as soluções e mantenha a calma com a ajuda da respiração.
- Durante o dia de trabalho faça uma pausa de dez minutos, pouco tempo que pode ser essencial para o restante do dia. Nesse intervalo, reponha as energias, ande pelos corredores e respire ar puro.
- Tente administrar seu tempo, organize tudo o que você tem a fazer, dê um tempo para cada atividade e adiante trabalhos sempre que possível.
- Não se cobre tanto, é claro que se deve executar as funções da melhor maneira possível, porém, cuidado com o excesso de cobrança.
- Não fique preso somente a sua memória, anote seus compromissos e tarefas. É bem estressante quando se esquece de algo, então evite.
- Sabia que tudo tem um lado positivo? Tente vê-lo sempre, essa atitude diminui o estresse e a ansiedade.
- Tenha segurança sobre o seu trabalho e transmita isso em sua fala. Sua autoconfiança, que te ajudará em momentos de muita pressão, aumentará gradativamente.
São atitudes simples, que bem aplicadas ao longo da rotina, melhoram sua qualidade de vida e produtividade no trabalho.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Quatro Atitudes marcam a liderança proativa: Inspiração, Estimulação, Reconhecimento e Carisma

A IMPORTÂNCIA DA LIDERANÇA PARA A PROATIVIDADE DE MERCADO


Nossas pesquisas deixam claro: empresas proativas são feitas DE e POR pessoas proativas. Respaldados por esses estudos, temos enfatizado que aLiderança exerce papel estratégico na formação de um mindset proativo na empresa.Líderes proativos são transformadores e modelam pensamentos e comportamentos proativos nas organizações. Portanto, se sua empresa quer seguir os rumos da proatividade para antecipar mudanças no mercado, é bom que comece pela Liderança.
Os manuais de gestão estão repletos de conceitos sobre liderança. Ao longo de mais de cinco anos de investigação no campo da proatividade de mercado, entrevistamos dezenas de CEOs e altos executivos para entender as capacidades e atitudes essenciais da liderança proativa. Foram longas e densas conversas na exploração do tema gestão do comportamento proativo. Uma questão nos guiou: o que um líder deve fazer para manter acesa a chama da proatividade no comportamento das pessoas?
Na sequência você vai conhecer um resumo das idéias e conceitos sobre liderança proativa e que estão detalhados em nosso livro “Empresas Proativas”. Esperamos que seja útil para provocar reflexões entre os líderes de sua empresa. Afinal, são eles os verdadeiros artífices do mindset proativo.

Para ler o texto na integra visite o site abaixo, vale a pena são debatidos vários temas para chegar a uma liderança pró-ativa.
Fonte:

Cinco competências para liderar

Nancy Campos
A Fundação Dom Cabral resolveu investigar quais são as cinco competências fundamentais dos líderes de hoje. Segundo a instituição, por causa da alta competitividade, “o mundo corporativo aposta cada vez mais em lideranças capazes de influenciar pessoas”, com o objetivo final de alavancar os resultados dos negócios.
Baseada numa pesquisa com 1.200 gestores sobre o ‘status das competências de liderança emocional’ e em seus próprios programas de liderança, a instituição identificou cinco competências fundamentais que os líderes precisam desenvolver “urgentemente”. Confira:
1. Autoconhecimento: refere-se à autoanálise contínua, revendo suas possibilidades, valores, pontos críticos e fortes, e avaliando o impacto de suas atitudes nas outras pessoas.

2. Desenvolvimento de pessoas: diz respeito à capacidade não só de atender às necessidades dos colaboradores e demais membros da organização como, sobretudo, de desenvolver novas lideranças e talentos no ambiente em que atua. Caracteriza o líder educador, transformador e formador de novos líderes.

3. Autocontrole emocional: é a capacidade de reconhecer suas emoções destrutivas e impulsos e mantê-los sob controle, apto a administrar adequadamente as diversas situações de conflito e tensão.

4. Comunicação: relaciona-se à sua habilidade para expressar ideias, orientações e diretrizes com clareza e assertividade, preocupando-se em perceber seu impacto sobre as pessoas e fazer os ajustes necessários.

5. Inspiração: é a capacidade de inspirar e engajar os demais, criando um alinhamento com os valores da organização. Gera uma visão mais ampla e significativa dos objetivos da organização, evidenciando assim que o líder é um exemplo a ser seguido.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

6 dicas para conduzir uma entrevista de emprego de forma eficiente

A entrevista de emprego é um instrumento auxiliar do processo de seleção de candidatos nas empresas, sejam elas de pequeno, médio ou grande porte. Esta entrevista deve buscar informações sobre a vida pessoal, profissional, educacional e sócio-econômica dos candidatos.
Desta forma, o entrevistador terá um material consistente para conduzir a entrevista de forma eficiente, conhecendo os candidatos e analisando se tem ou não perfil para a vaga buscada.
Para auxiliar os profissionais da área, preparamos algumas dicas importantes a serem utilizadas durante a entrevista, desde sua preparação até o fim do processo. Abaixo seguem 6 dicas para conduzir uma entrevista de emprego de forma eficiente. Tome nota, some-as à sua experiência profissional e tire o melhor  proveito possível delas. Fique de olho:

1 – prepare bem a entrevista

Tenha em mente que o momento da entrevista é apenas para isto. Peça a seus colaboradores e familiares para não te ligarem neste horário, procure ao máximo não interromper o processo.
Antes de iniciar o processo, verifique cuidadosamente, a ficha do candidato. Procure saber o suficiente sobre a vida pessoal e a carreira dele. Imagine o constrangimento que será quando o candidato perceber que você sequer leu sua ficha antes da entrevista. Evite isto!
Procure conhecer mais sobre os interesses profissionais e os hobbies do candidato. Além de conhecê-lo um pouco mais é possível estabelecer pontos comuns entre ele e você, encontrando boas maneiras de quebrar o gelo no início da entrevista.

2 – deixe o candidato à vontade

Não queira parecer mais rígido do que o necessário. A entrevista precisa de boas conversas para acontecer, não demonstre dureza ou simpatia demais pelo candidato. Use o bom senso.
Quanto mais à vontade ele estiver mais fácil será para você conduzir a entrevista. O entrevistado falará melhor, terá mais atenção no que for dito e perderá o medo e a ansiedade rapidamente. Lembre-se que alguns candidatos chegarão até você com medo até da própria sombra, portanto deixe-os à vontade, demonstre interesse e retire o melhor deles.

3 – seja objetivo!

Conduza a entrevista diretamente ao assunto que deseja abordar. Procure ser direto em suas perguntas, sem muito rodeio ou questionamentos desnecessários. Nunca fale mais do que o entrevistado, diálogo é tudo!
Evite ao máximo fazer anotações durante a entrevista. É impossível que o candidato não fique curioso para saber o que você tanto escreve, o que com certeza o deixará distraído no restante do processo.
Não deixe que o bate-papo fora do assunto se estenda demais, afinal a entrevista demanda certo tempo tanto do entrevistados quanto do entrevistado.

4 – demonstre interesse

Escute atentamente o candidato e demonstre interesse pelo que ele fala. Quanto mais interessante ele se sentir, mais facilmente poderá contar suas habilidades e experiências passadas.
Evite emitir opiniões ou comentários extensos e/ou desnecessários. Isto atrapalha o processo e ainda pode causar uma tremenda saia-justa, comprometendo todo o seu trabalho.

5 – observe a apresentação pessoal do candidato

Isto é regra básica em qualquer entrevista de emprego, mas não pode nunca passar batido. É de fundamental importância que o candidato esteja vestido adequadamente, com cabelos e unhas bem feitas para causar uma boa impressão. Mas principalmente para demonstrar como ele se importou com a entrevista e soube da real necessidade de ter uma boa apresentação.

6 – deixe seus preconceitos em casa

Não julgue o produto pela embalagem. Não é porque você não “foi com a cara” do candidato que ele não serve para a vaga. O preconceito por parte do entrevistador é algo que afasta ótimos profissionais das empresas. Peça a opinião de seus colaboradores, não tenha vergonha de fazê-lo. Tome cuidado para não perder um grande profissional para seus preconceitos.
É quase impossível conhecer uma pessoa e não analisá-la, julgá-la ou até mesmo compará-la, mas em uma entrevista de emprego isto não pode existir. Talvez um dos erros mais graves do entrevistador é querer que o entrevistado seja igual a ele ou até mesmo igual ao antigo dono da vaga em questão. Isto é humanamente impossível.
Estas dicas são muito úteis desde o planejamento da entrevista até o contato direto com o entrevistado. Elas vão te auxiliar a conseguir retirar o máximo dos candidatos, conhecê-los melhor e obter material importante para análise em uma possível contratação. Além, claro, de mostrar à sua empresa um pouco sobre os candidatos disponíveis no mercado, como estão qualificados e o que estão buscando das empresas.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Como preparar uma apresentação encantadora?

Traduzir para o papel uma ideia não é uma tarefa fácil. Por isso, constantemente vemos boas ideias não serem bem transmitidas. Às vezes fica uma repetição de textos que cansam o leitor e no final não entregam o que prometeram", lembra Manuela Baraad, sócia da Bistrô de Ideias, empresa especializada em preparar apresentações.
Caso você tenha se identificado com a situação acima, calma, temos uma boa notícia: não é preciso nascer com um dom para fazer boas apresentações. Muito se deve ao treino e a união entre o visual e a forma como o conteúdo é transmitido. "Quando tudo funciona em perfeita sintonia, a mensagem ganha mais força e clareza. O padrão visual tem um papel muito mais importante que apenas a estética da apresentação. É ele que direciona o tom da comunicação e ajuda a atrair a atenção do expectador", ressalta Manuela Baraad.

Acadêmicas x profissionais

Muitos não sabem, mas as construções das apresentações profissionais e das acadêmicas seguem a mesma linha de preparo. As diferenças irão aparecer dependendo do assunto que será abordado.
"Por exemplo, uma apresentação acadêmica tende a ter um conteúdo mais denso e extenso e por isso será mais técnica que uma apresentação profissional. Já nas apresentações profissionais atuais, um dos pré-requisitos é que deve ser apresentada em cada vez menos tempo, porém com a mesma qualidade. Isto exige uma maior utilização de recursos visuais, imagens impactantes e foco na informação principal", ressalta a especialista Manuela.

Os torturadores das apresentações

Sem sombra de dúvida, as imagens de clip-art, excesso de textos e exagero nos efeitos visuais são alguns dos grandes torturadores nas apresentações de PowerPoint. No entanto, não são apenas eles.
"Podemos destacar também a falta de objetividade. Apresentações muito grandes, beirando muitas vezes a prolixidade, cansam o leitor e na maioria das vezes poderiam passar a mesma mensagem, explorando melhor a informação a ser passada. O tempo destinado a uma apresentação faz parte do sucesso dela", destaca a sócia da Bistrô de Ideias.

Criando apresentações encantadoras

As apresentações de Steve Jobs sobre os lançamentos da Apple eram memoráveis e conseguiam prender e encantar a todos que assistiam. E o segredo delas estava em transmitir um conteúdo aparentemente complexo em algo simples e marcante.
"Jobs e sua equipe foram capazes de dissecar informações técnicas chegando à raiz da questão e transformando tudo em uma imagem que diz tudo sobre o produto. A Apple conseguiu apresentar o MacBookAir apenas mostrando que cabe em um envelope e o IPod dizendo quantas músicas cabiam em seu bolso, sem cair na tentação de apresentar todos os seus detalhes técnicos", afirma Manuela. E a especialista deixa uma reflexão bem simples sobre o assunto: "A tentação de mostrar os mínimos detalhes é enorme, principalmente para aqueles que estão envolvidos no projeto, mas para quem está assistindo terá o mesmo impacto?".

Dicas para montar sua apresentação

Com a colaboração da Manuela Baraad, o portal Administradores elaborou algumas dicas para você fazer excelentes apresentações. Lembre-se, o tempo de preparação de uma boa apresentação irá depender do tamanho e da informação que será desenvolvida.
Confira abaixo: 
Fonte: Fábio Bandeira de Mello, www.administradores.com.br, 

segunda-feira, 8 de julho de 2013

6 dicas diferenciadas para ter um bom Networking

Ofereça antes de pedir: Mais importante do que ter alguém com quem contar, é poder ser a pessoa com a qual alguém pode contar. Por isso, quanto mais favores você fizer, maior a chance dos seus serem atendidos de forma satisfatória. Mas você precisa fazer sem esperar algo em troca.

Esforce-se para oferecer o melhor possível sempre: Se você oferece a melhor solução em algo, será facilmente reconhecido como um referencial naquilo, e será sempre o primeiro a ser lembrado.

Seja voluntário em trabalhos sociais internos e externos à organização: Além de permitir conhecer pessoas que estão fora do seu ciclo social direto, é uma importante ferramenta para ser conhecido como uma pessoa altruísta, com quem se pode contar. Aqui também vale a regra do “fazer o bem sem olhar a quem”.

Seja verdadeiro: Sempre exponha seus princípios e os proteja. Aqui não adianta ser um camaleão e mudar seus princípios a cada situação, é só lembrar dos líderes carismáticos, eles fazem de tudo para proteger e manter seus princípios e ideais.

Não tenha medo de questionar e de responder: As pessoas gostam de falar do que são boas, então não tenha medo de perguntar sobre algo que você não entenda para um especialista e, da mesma forma, não negue respostas.

Dê boas referências sobre as pessoas: Se as pessoas diferenciadas merecem boas referências, você deve repassá-las para outras que estão precisando deste profissional. Não seja egoísta.

Fonte: administradores.com; por Cláudio Henrique de Castro.

sábado, 1 de junho de 2013

SALÁRIO BOM, STATUS ESTRATÉGICO

A logística tem desempenhado um papel cada vez menos operacional, passando a ocupar espaços estratégicos nas empresas. O profissional que atua nesse setor hoje é melhor remunerado, ocupa cargos de média e alta gerência e, claro, tornou-se bastante capacitado.

Essa é uma das conclusões da III Pesquisa Abralog Perfil do Profissional de Logística, cujos resultados foram apresentados na abertura da XVI Conferência Nacional de Logística, durante 27ª Movimat, no Expo Center Norte, em São Paulo. Para a pesquisa, que é a única do setor no Brasil, foram entrevistados 1153 profissionais, um crescimento de 300% em relação aos números das edições anteriores de 2011 e 2010.
Quanto à remuneração, a maior parte dos entrevistados (24%) declarou receber entre R$ 3 mil e R$ 6 mil mensais; 22% entre R$ 1,5 mil e R$ 3 mil, 17% entre R$ 6 mil e R$ 12 mil e 7% entre R$ 12 mil e R$ 24 mil.
O nível de escolaridade do profissional de logística é bastante elevado. De acordo com a pesquisa, 43% possuem ensino superior, 39% pós-graduação e 4% doutorado. Dentre os entrevistados, 39% declararam conseguir se comunicar em inglês nos ambientes de negócios e 29% em espanhol. 
Segundo o levantamento, os profissionais de logística investiram até R$ 3 mil na carreira nos últimos três anos, 20% de R$ 5 mil a R$ 10 mil e 11% acima de R$ 20 mil. A maior parte do investimento (56%) foi realizado pelo próprio profissional e 14% por empresas. Por ambos (empresa e profissional), o percentual foi de 27%.
Enquanto que na edição anterior da pesquisa, quase 40% dos entrevistados eram da área operacional, em 2012 esse número caiu para 17%. Em compensação, dos participantes, quase 30% ocupam cargos de alta gerência, 26% de média gerência, além de 5% de diretoria e 2% de presidência. Vinte e cinco por cento dos entrevistados ocupa o cargo há menos de um ano, 28% entre 1 e 2 anos, 22% entre 3 e 4 anos, 12% entre 5 e 7 anos e 14% há mais que sete anos.
Dos entrevistados, 63% trabalham no estado de São Paulo, 6% no Rio de Janeiro, 5% em Minas Gerais, 4% na Bahia, 3% no Paraná e Rio Grande do Sul, 2% em Pernambuco e em Santa Catarina.
A maior parte dos profissionais é do sexo masculino (59%) e 31% tem entre 27 e 33 anos, seguidos por 18% entre 34 a 40 anos, 15% de 24 a 27 anos e 10% entre 18 e 23 anos.
Dos profissionais ouvidos, 29% atuam em Logística há mais de 10 anos, 21% de 4 a 7 anos, 21% de um a três anos, 16% há menos um ano e 13% de sete a 10 anos. Dentre eles 86% não possui experiência profissional internacional em logística
Setenta e três porcento dos entrevistados trabalham em empresas nacionais e 27% em multinacionais. Dentre elas 43% são do setor de serviços, 32% da indústria, 18% comércio e 7% educação. Nessas empresas, o nível hierárquico do principal executivo de Logístico é 34% de Diretoria, 26% de Gerência e 17% de Presidência.
Quando questionados sobre quais cursos de capacitação têm interesse, 55% responderam Custos Logísticos, 51% Gestão de Projetos Logísticos, 45% Logística internacional, 42% Logística Reversa, 40% Lean Supply Chain Management e 39% Cadeia de Suprimento.
“Essa edição da pesquisa teve uma amostragem muito consistente e demonstra como o profissional de logística é bem preparado, disputado, bem remunerado e que vem ocupando cargos cada vez mais cargos estratégicos dentro das empresas, ligados às áreas de planejamento, análise e inteligência. Ao mesmo tempo, é um profissional que sabe da importância da capacitação, investe de forma crescente nesse aspecto e tem interesse em ampliar seus conhecimentos. Isso comprova como vem aumentando o grau de importância que a logística tem nos negócios como item primordial de competitividade”, avalia o organizador da pesquisa, Fabiano Stringher, da Fundação Vanzolini, que realizou o levantamento em conjunto com a Associação Brasileira de Logística - ABRALOG, Fatec, Universidade Cruzeiro do Sul e Senai.
O levantamento está em sua terceira edição e tem por objetivo acompanhar e registrar as principais características do profissional de logística e sua evolução. Por meio de 27 questões é traçado o perfil do profissional e como a logística esta instalada na empresa onde trabalha. Neste ano, 1.153 profissionais responderam à enquete, o que representa um crescimento de 300% em relação às edições anteriores.

Fonte: ABRALOG

domingo, 26 de maio de 2013

Você faz parte ou faz a diferença?


Existem dois tipos de profissionais existentes no mercado, e o fato de optar por estar em um ou outro grupo pode ser um fator decisivo de empregabilidade.

O primeiro tipo de profissional é aquele que faz as coisas apenas quando pode. E esse poder depende de uma série de fatores, que vão desde os mais próximos (‘se o chefe deixasse’, ‘se pedissem eu faria’, ‘se aumentassem meu salário eu seria melhor’, ‘se me desse um cargo gerencial eu mostraria meu valor’) até os mais improváveis (‘se o governo incentivasse’, ‘se minha família fosse rica’, ‘se o horóscopo estivesse a favor’, ‘se o ano fosse bissexto, eu teria mais tempo’).

Frente a todo momento decisivo, este profissional não encontra soluções, mas sim desculpas. E assim passa seus mais produtivos anos, sempre pautando sua ação pela reatividade, pensando como pobre e trabalhando como rico (ou, ao menos, como ele imagina que os ricos trabalham: apenas quando dá vontade). Sua perspectiva é sempre futurista, pois acredita que quando finalmente ‘fizer aquilo que gosta’, vai conseguir ser feliz.

Por esse conjunto de crenças limitantes, ele encara o trabalho como emprego. Emprego é causa, não efeito. E, por nunca arriscar-se, passa boa parte do tempo gabando-se de não errar nunca, de conquistar melhorias na base do grito e abrir portas na base da pressão.

O outro tipo de profissional, apesar de lidar com os mesmos elementos, combina-os de outra forma: tomando a frente das situações e evitando a vitimização. Este profissional é aquele que faz as coisas acontecerem, avaliando todas as variáveis que podem ajudá-lo ou prejudicá-lo na conquista de seus objetivos. Frente a momentos decisivos, não busca desculpas, mas sim soluções. Ele está mais sujeito aos erros, que não encara como o ‘fim da linha’, mas como métrica para os resultados que sabe que vai atingir.

Este profissional costuma pensar como rico - sempre prezando pelo melhor - e trabalhar como pobre - sem parar nunca -, pois sabe que os resultados vêm em medida proporcional ao ‘viver de verdade’ aquilo que se faz. Para ele, fazer o que gosta é consequência: mesmo não atuando no que um dia sonhou, ele vive o presente e, nele, pavimenta o futuro. Nos momentos decisivos não busca desculpas, mas sim soluções. No seu modelo de crenças, encara emprego como trabalho. Emprego é efeito, não causa. As conquistas são os resultados das portas que costuma abrir com suavidade.

Estar em um ou outro grupo é uma decisão legítima, que cabe apenas a você. Porém, optar entre ‘fazer parte’ ou ‘fazer a diferença’ pode ser o que falta para sua carreira decolar.

Fonte: Eduardo Zugaib (falecom@eduardozugaib.com.br) - é escritor, profissional de comunicação e marketing, professor de pós-graduação, palestrante motivacional e comportamental. Ministra treinamentos nas áreas de Desenvolvimento Humano e Performance Organizacional. Disponível em: http://administradores.com.br/noticias/carreira/voce-faz-parte-ou-faz-a-diferenca/75942/

terça-feira, 21 de maio de 2013

10 dicas para lidar com pessoas difíceis

Preparar e conduzir uma equipe bem sucedida depende da cooperação entre todos os membros do grupo. Mas o que acontece se um indivíduo simplesmente não quer jogar a bola…? Os confrontos entre líderes e membros da equipe são improdutivos, fazem perder tempo, criam um clima ruim, e abaixam o moral da equipe. Uma das mais difíceis competências de liderança em nossa opinião é lidar com pessoas difíceis.

Então, qual é a melhor abordagem? Antes de mais nada – vamos ver o porque o conflito ocorre, e o porque a pessoa está difícil - então será mais fácil saber como lidar com ela.

Neste artigo – nós usaremos o “João” como nosso exemplo de pessoa difícil.

Por que as pessoas se tornam difíceis?
O limite de sua capacidade foi alcançado. Isto poderia ocorrer em termos de habilidade ou capacidade de esforço físico… elas começam a cometer erros e não entregam o resultado exigido… isso causa frustração para elas e para os seus pares.
Elas tornam-se descomprometidas. Isto pode frequentemente ser causado pela frustração que surge quando elevados níveis de exigência são mantidos durante um longo período de tempo – elas tenderão a retirar-se da equipe.
Elas tornam-se confusas. O foco é a chave, e se ele está sempre mudando, a efetividade é reduzida. Quase sempre a causa das dúvidas e confusões são por razões pessoais e, enquanto os colegas podem conviver inicialmente com elas de forma simpática, essa situação poderá tornar-se desanimadora para todos.
Perda de motivação. Delegar pouco, ou delegar em excesso, ou ainda trazer desafios inatingíveis podem causar desmotivação. Isto pode rapidamente afetar o moral de outras pessoas e, desta forma, ser perigoso para a produtividade.

10 dicas para lidar com pessoas difíceis

Comece com você mesmo – você está conduzindo uma equipe – a sua posição significa que você pode ser um fator importante na insatisfação de João, mesmo que você goste disso ou não. As diferenças individuais na aparência, ou no estilo, podem gerar uma tensão que poderá ser usada de forma construtiva ou, caso isso não venha a ser observado e tratado, poderá causar problemas.

Avalie se você tem deixado claro o suficiente as suas novas iniciativas para o João – ele poderia estar sofrendo de insegurança ou ansiedade – lembre-se de que as pessoas geralmente não gostam de mudanças – e quando emoções, tais como o medo, entram em campo, as pessoas começam a comportar-se de forma irracional.

Pergunte a outros membros da equipe se você tem sido acessível – uma das melhores maneiras de lidar com o conflito é obter um ponto de vista equilibrado dos traços da sua personalidade. Pelo menos você saberá, então, o ponto de partida para a solução do conflito.

Examine se você tem feito cobranças ilógicas para o João. As pessoas tendem a não admitir quando estão sobrecarregadas por medo de repreensão. Volte e verifique isso, dando a elas a oportunidade de serem honestas.

Verifique se você foi injusto ao elogiar outras pessoas, ou se foi injusto desaprovando o João. Consulte pessoas de confiança da sua equipe, e também o próprio João. Lembre-se: se você é líder, você tem o poder de jogar com as vidas das pessoas – similarmente, comentários imparciais e inúteis poderão ser colhidos se você usar de uma conduta errada ao consultar a sua equipe.

Encontre o que motiva cada membro da sua equipe – pergunte-se se você está delegando muitas ou poucas responsabilidades para o João. A sobrecarga de responsabilidade pode causar o medo de cometer erros, possibilitando um conflito desnecessário.

Arranje um tempo livre para o João (e nós estamos agora começando a sentir pesarosos por ele) caso exista algum problema pessoal escondido por trás das cenas – seja simpático para ouvir os problemas que o João tem para dizer, mas certifique-se de você reconhece quando o problema está além da sua capacidade de ajudar, e verifique a possibilidade de conseguir a ajuda adequada se isso lhe for solicitado.

Se João se tornou descompromissado, explore as causas encarando-as. É possível que, se ele se juntou recentemente à sua equipe, você tenha que liberá-lo do peso de alguns compromissos passados que foram quebrados, e construir outra vez uma nova relação de confiança.

Se o conflito tem surgido porque o Joâo está simplesmente sendo sobrecarregado, ofereça apoio e treinamento, caso isso seja necessário, dentro de uma agenda compatível – mas deixe claro que se a melhoria não se concretizar, o futuro dele em sua equipe será limitado.

É seu trabalho, como um líder, conhecer muito bem os membros da sua equipe. Você poderá então observar as mudanças de comportamento, na forma de trabalhar, ou noequilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal, que frequentemente podem sinalizar estresse e potenciais conflitos.

E finalmente,

Lidar com o João e com pessoas difíceis é definitivamente uma das competências mais difíceis da liderança… é mais fácil trabalhar tentando evitar uma pessoa difícil, ou tentar esconde-la embaixo do tapete, mas fazer isso acarretará, tão somente, no enfraquecimento dos padrões de conduta ética que você está implementando na sua equipe, e possivelmente vai minar a sua própria posição. Os outros membros da sua equipe também farão isso quando tiverem dificuldades para lidar com tarefas que não gostam.

Como um líder – não enterre estas questões difíceis… trabalhe duramente para resolvê-las o mais breve possível.

Lembre-se, muitas pessoas não lidam bem com situações adversas, e poderão sabotar o seu próprio futuro porque não podem ver uma maneira simples para sair do conflito. Se a sua abordagem justa e equilibrada não pode resolver este problema – não tenha receio de envolver a política disciplinar da sua organização para impedir que problemas maiores aconteçam.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Controle do Stress

O stress age de forma diferente em cada pessoa. E a explicação para isso é simples: a resposta dada pelo indivíduo ao agente estressor ocorre conforme o seu estado psicológico e o contexto específico vivido. Assim, se de um lado o stress é inevitável para a maioria das pessoas, de outro a forma de lidar com ele para viver em equilíbrio é uma questão de escolha.

Segundo Richard Blonna, autor do livro Stress Less, Live More: How Acceptance & Commitment Therapy Can Help You Live a Busy Yet Balanced Life (Estresse Menos, Viva Mais: Como a Terapia da Aceitação e do Comprometimento Pode Ajudar Você a Viver Uma Vida Agitada e ao Mesmo Tempo Equilibrada, em tradução livre), o controle sobre nossa resposta aos potenciais estressores pode ser adquirido com mais facilidade ao seguirmos algumas lições. Conheça 5 delas:

1 - Reorganize: Blonna não tem dúvidas sobre o efeito do estilo de vida sobre o bem-estar. Para ele, reorganizar a saúde do corpo e da mente seguindo bons hábitos proporciona mais energia e ajuda a construir resiliência – processo no qual conseguimos nos reconstruir de uma experiência negativa tirando boas lições. Por isso, uma das recomendações é incluir exercícios físicos na rotina não só pela sua eficácia contra males físicos, mas por ajudar o cérebro a processar melhor as informações. “Proponho que todos façam ao menos 30 minutos de atividades aeróbicas de 4 a 5 vezes por semana. Isso será o primeiro passo para sua defesa contra o stress”.

2 - Repense: Se sua mente focar em um potencial estressor, ele realmente causará stress, por isso a dica é: pense positivamente qualquer que seja a situação. “Se você dispensar toda sua energia imaginando que não vai conseguir atingir seu objetivo, isso certamente acontecerá. O ideal é aceitar que imprevistos podem ocorrer, mas você dará o máximo para fazer da melhor forma”, diz o autor.

3 – Aceite o presente: Não deixe que experiências negativas passadas ocupem seus pensamentos e se torne um estressor do presente. Segundo Blonna, nós carregamos uma bagagem emocional conforme o que já vivemos. Quando casos similares acontecem no presente, esse velho roteiro nos faz ter um discurso e um comportamento negativos diante do novo fato. Ele cita, como exemplo, relacionamentos amorosos. “Se uma relação antiga não correu bem, quando você se interessar por uma nova pessoa imagens negativas do passado poderão causar dúvidas e colocar o novo relacionamento em risco. Para evitar que isso aconteça, procure substituir os pensamentos negativos por outros positivos”, explica.

4 - Reduza: Muitas vezes, o surgimento do stress ocorre pelo grande volume de afazeres nos quais nos envolvemos. Segundo o especialista, quando estamos sobrecarregados, até mesmo os programas mais divertidos perdem o brilho. Se você está estressado e ao mesmo tempo se sente obrigado a praticar seu esporte favorito, por exemplo, essa paixão pode também se tornar estressante. Por isso, Blonna sugere que se faça um autoquestionamento. A ideia é perguntar a si mesmo: tudo que estou fazendo traz sentido para minha vida? Estou no caminho certo ao acumular tantas tarefas? Isto será bom para mim a longo prazo? “Fazer esse balanço é importante porque ajuda a perceber quais compromissos não são importantes e quais estão consumindo sua energia sem necessidade. Consequentemente, você aprende a dizer não para o que de fato não te acrescenta nada, além de stress”, diz.

5 – Relaxe: O autor afirma que, curiosamente, as pessoas andam tão estressadas que elas já se esqueceram como é viver com tranquilidade e calma. Para quem não experimenta essas sensações há muito tempo, o especialista afirma que reservar tempo para relaxar todos os dias pode ajudar, já que o relaxamento rejuvenesce o corpo, mente e espírito e nos deixa melhor equipados para lidar com situações estressantes quando elas aparecem. A dica é fazer uma atividade prazerosa durante 20 minutos diariamente. Exercícios de respiração profunda ou assistir o programa favorito, por exemplo, são boas formas de relaxar. 

Fonte: PsychCentral.com

domingo, 19 de maio de 2013

Empregabilidade: como ser um profissional diferenciado

As empresas precisam de resultados rentáveis para gerar mais empregos, por trás desse conceito e para fazer a diferença precisam de profissionais que busquem sair da zona de conforto, onde assumir riscos (calculados) fazem parte da vida de qualquer um.

Abaixo alguns diferenciais destacados:

- Liderança - Assumir a liderança é resultado de dominar a área em que atua e saber lidar e interagir com pessoas. Não precisa ser “chefe” para exercer a liderança nem “mandar em pessoas”, um bom líder é aquele que é seguido pelas suas atitudes, ética e determinação, uma pessoa que se posiciona no momento certo buscando sempre contribuir com melhorias e fazendo a diferença e equilibrando a competência técnica e comportamental. 

- Comunicação – A comunicação é uma das mais importantes competências comportamentais e fundamental para as pessoas, saber se expressar e se comunicar passando de maneira objetiva e direta o que realmente deseja falar são um dos diferenciais identificados. 

- Flexibilidade e capacidade de adaptação a mudanças – A flexibilidade é fator importante nos dias de hoje, pois a todo o momento temos modificações nas organizações e temos que nos adaptar o mais rápido possível, nos tornando mais ágeis nos processos de transformação tão constantes em nosso dia a dia.

- Entusiasmo para aprender – Não dá para ficar na zona de conforto, é necessário ser curioso, buscar novos desafios, aprender sempre mais para ampliar sua visão sistêmica, ser mais dinâmico com sede de conhecimento.

- Conhecimento de idiomas e informática – Com as empresas cada vez mais ampliando seus mercados idioma e informática são fundamentais e fazem a diferença na hora da contratação e no desenvolvimento das pessoas.

- Engajamento nos resultados da equipe – O ideal não é trabalhar sozinho, em equipe geramos melhores resultados, por isso precisa-se de pessoas engajadas e que tenha esse espírito de trabalhar em grupo.

- Ambição de carreira – Pessoas que tem ambição de carreira são as que ficam na zona de aprendizado, que buscam resultados diferentes e para isso se desafiam a todo o momento, surpreenda sempre, é um grande diferencial. Porém a chave para alcançar o sucesso é descobrir qual sua ambição e saber usá-la, perguntando a si mesmo: do que eu gosto? no que sou bom? Quem conseguir definir melhor essas questões pode focar melhor seus objetivos.

- Escrever com clareza e de acordo com cada situação – uma boa ortografia e clareza nas palavras ajudam muito na hora de apresentar um projeto, treine, exercite e procure fazer sempre o seu melhor, quanto mais leitura melhor a escrita. Situações adversas podem acontecer a qualquer momento nessa hora é importante saber como agir, não por impulso, mas sim de maneira mais adequada com cada situação.

- Ser criativo ao resolver problemas e tomar decisões – Desenvolva sua capacidade criativa para resolver problemas, sugira sempre novas ideias e aproveite onde você domina o assunto e faça a diferença. Importante também que o profissional tenha convicção e atitude na tomada de decisão, ficar em cima do muro não adianta nada.

Se alguém vai fazer a diferença na sua vida, é você mesmo, não dê essa oportunidade para os outros, tome a “rédea” de sua carreira, sugiro que crie um mapa de oportunidades para, inicialmente despertar interesse, e mesmo sabendo que sorte e oportunidade só acontecem para quem está preparado, esse mapa deve conter: em curto e médio prazo, as ideias de onde você está e para onde quer chegar, uma vez isso definido, gere ações para atingir suas metas com prazos.

Mensagem
“Para chegar aonde a maioria não chega, é preciso fazer o que a maioria não faz...”

Capacidade de Gestão: A importância de desenvolver a liderança

Na hora de contratar um profissional as organizações procuram alguns pontos que sejam interessantes para elas. E um vem se destacando: a capacidade de gestão.
Em uma pesquisa realizada pela empresa especializada em recrutamento Michel Page, na hora da contratação 42% das organizações buscam em seus futuros colaboradores o diferencial desta competência. O estudo conclui que em segundo lugar com 32%, está o foco em resultados e em terceiro com 31%, está à capacidade de relacionamento pessoal.
A forma como uma empresa é liderada reflete em seu desempenho produtivo, administrativo e financeiro. E liderar não é uma tarefa fácil. Portanto, investir em cursos de liderança para colaboradores é uma excelente oportunidade para desenvolver competências de gestão na equipe, além de ampliar a visão estratégica.

Conheça alguns estilos de “líderes”:

- Os Autocráticos: tomam decisões por conta própria, dão ordens e esperam que os outros as sigam. Esse estilo pode produzir resultados numa situação de crise.

- Os Democratas: envolvem os funcionários no processo de tomada de decisões. Esse líder, geralmente, ouvi a opinião da equipe e depois toma uma decisão.

- Laissez-faire: são líderes que deixam os seus funcionários trabalharem livres. Ao contrário do líder democrático, que não oferece muitas orientações, causando confusão ou falta de motivação, o Laissez-faire compõe sua equipe com profissionais qualificados e competentes, que precisam de pouca orientação e tem um bom desempenho.

- Os Carismáticos: é muito participativo e entusiasma sua equipe. No entanto pode ter tendência a acreditar mais em si próprio do que na equipe. Isto pode prejudicar um projeto caso o líder saia. O sucesso está associado à presença do líder carismático.

- Liderança Coaching: esse líder utiliza as técnicas e ferramentas do Coaching para desenvolver sua gestão e seus liderados. Tem visão sistêmica, capacidade de identificar oportunidades, as competências e habilidades de seus liderados. Com isso, procura desenvolver novas aptidões comportamentais e técnicas de forma a potencializar os resultados tanto da empresa como dos profissionais sob sua gestão. Deste modo, o Leader Coach faz sua gestão de forma mais humanizada, oferece feedbacks assertivos, ouve na essência e busca compartilhar seus conhecimentos e experiências para estimular, conduzir e desenvolver as habilidades de seus colaboradores efetivamente.

Os estilos de líderes são exemplificados para sabermos como lidar com e estilo de cada um e como eles podem alcançar seus objetivos. Para obter bons resultados é preciso de um ambiente organizacional adequado, com gestores e colaboradores com hábitos de trabalho e formação adequada.

Cinco dicas para desenvolver a liderança

O perfil de líder é de nascença, mas nada impede que uma pessoa que não tenha esse perfil também se transforme em líder, segundo Fernanda Abreu, diretora de Pessoas, Projetos e Gestão do Instituto Aquila.
“A liderança é uma característica nata, mas é possível desenvolvê-la, sim”, garante. Ela também listou cinco sugestões de como desenvolver a liderança:

· Conhecimento: para liderar, as pessoas precisam enxergar em você aquilo que elas não têm, como é o caso de alguns tipos de conhecimento. Estudar e viajar, por exemplo, são excelentes formas de conquistar mais experiências;

· Respeito: já passou a época do capataz. Agora, a equipe quer ser ouvida e respeitada. A presença da geração Y só reforça essa tendência. O líder só irá impor respeito se respeitar seus liderados;

· Foco: saber aonde e como ir é essencial. As metas traçadas auxiliam a equipe e, até, estimulam os liderados. Procure ter objetivos de curto, médio e longo prazos;

· Organização:
facilita e agiliza o trabalho, principalmente se envolver um grupo. Pessoas organizadas sabem onde estão as anotações, dados e documentos que proporcionam economia de tempo para a equipe. Não é preciso usar aplicativos incríveis ou tablet para exibir organização. As anotações continuam valendo, quando bem organizadas;

· Avaliar:
reconhecer nas pessoas habilidades e incentivá-las, fazendo as mudanças que sejam necessárias para que avancem nos projetos. O coaching individual é o melhor caminho, conversando com a equipe e também com cada integrante dos grupos de trabalho. Aqui, vale a regra do aproveitamento do tempo: conversas curtas, de 10 minutos no máximo.

O desenvolvimento dessas características gera um ciclo: quem tem conhecimento, tem capacidade de reconhecer no outro o seu melhor e, com educação, conquista a confiança do liderado. Por sua vez, quem sente confiança em alguém, também o respeitará e o seguirá.

sábado, 18 de maio de 2013

Porque pequenas empresas precisam de grandes líderes

Uma grande liderança é uma necessidade para qualquer empresa que está se esforçando para atingir um grande sucesso, especialmente durante tempos difíceis. Sem uma liderança que seja eficaz, é quase impossível para as empresas crescerem e se expandir, como é necessário em um mercado em constante mudança.

Para dar direção

Isto pode ser tomado em mais de uma maneira. Uma empresa precisa de direção, no sentido de um objetivo, um quadro maior. Isso ajuda a todos que estão envolvidos com a empresa a se sentir como se estivessem se esforçando para um atingir uma missão, e provavelmente fará com que todos os envolvidos sejam mais produtivos.

Para estabelecer o “sentimento” do negócio

O líder de um pequeno negócio também é encarregado de definir o “sentimento” da empresa. Algumas empresas podem ser mais descontraídas e relaxadas, enquanto algumas podem ter prazos rigorosos e códigos de vestimenta.

Para manter a empresa coesa

Isto está relacionado de alguma maneira com as duas razões anteriores. É importante que todos em uma empresa trabalhem em direção a um objetivo coletivo. O líder não só estabelece essa meta, mas também ajuda os funcionários de qualquer forma que pode, desde que todo mundo esteja trabalhando para o bem maior do negócio.

A capacidade de pensar no futuro

Enquanto em uma empresa maior, pensar no que está acontecendo agora pode ser o mais importante, é fundamental que um pequeno empresário / líder seja capaz de imaginar onde a empresa estará em cinco anos.

Responsabilidade

O líder de uma empresa de pequeno porte deve ser absolutamente responsável. Eu sei que pode parecer bobagem sequer ter que mencionar isto, mas nem sempre é tão óbvio como alguns poderiam pensar.

Comunicação

Ter grandes habilidades de comunicação é uma qualidade inestimável para o mundo dos pequenos negócios. Em uma grande empresa ou corporação, você pode ser capaz de conseguir evoluir com habilidades de comunicação medianas, porque você pode não ter que interagir com os clientes (influenciando, assim, a sua visão da empresa) tão frequentemente

Seja um motivador

Outra qualidade muito importante para um líder de empresa de pequeno porte é ter o poder de motivar as pessoas. A motivação é fundamental para a pequena empresa, porque se todo mundo não fizer a sua parte, então o seu negócio não vai ser bem sucedido. Motivar as pessoas a continuar lutando por coisas melhores para o negócio é muito importante. Um grande líder é capaz de motivar as pessoas, sem ser desagradável, por falta de um termo melhor. Certificar-se de que seus funcionários são reconhecidos, assim como mantê-los felizes e engajados é fundamental.
Liderança em empresas de pequeno porte é uma arte, e se você é capaz de aperfeiçoá-la, as chances de que seu negócio vai ter sucesso aumentam drasticamente. Se você não se vê como o líder ideal para o seu negócio, considere contratar um empregado ou parceiro que tenha grandes qualidades de liderança.

Fonte: http://www.tanveernaseer.com/effective-goal-setting-process-doug-sundheim/